Pesquisa Audio Pulse 2026 revela que quase oito em cada dez pessoas ouvem rádio nas regiões metropolitanas analisadas. No Nordeste, 74% dos jovens de 15 a 29 anos acompanham o meio, mostrando que a tradição radiofônica também está presente entre as novas gerações.
Imagem criada por IA
Por John Bigu
Em plena era das plataformas digitais, dos serviços de streaming e dos podcasts, o rádio continua fazendo parte da rotina de milhões de brasileiros. E os números mostram que o meio está longe de ser uma preferência exclusiva das gerações mais antigas.
De acordo com o Audio Pulse 2026, divulgado pelo IBOPE em setembro, o rádio alcança 77% da população nas 13 regiões metropolitanas pesquisadas, o equivalente a quase oito em cada dez pessoas. Entre os ouvintes, o tempo médio de escuta chega a 3 horas e 38 minutos por dia.
O levantamento revela um cenário em que o rádio tradicional e as novas tecnologias convivem. O ouvinte que acompanha notícias, músicas e programas ao vivo também utiliza aplicativos, plataformas de streaming e conteúdos sob demanda.
De acordo com o Audio Pulse 2026, divulgado pelo IBOPE em setembro, o rádio alcança 77% da população nas 13 regiões metropolitanas pesquisadas, o equivalente a quase oito em cada dez pessoas. Entre os ouvintes, o tempo médio de escuta chega a 3 horas e 38 minutos por dia.
O levantamento revela um cenário em que o rádio tradicional e as novas tecnologias convivem. O ouvinte que acompanha notícias, músicas e programas ao vivo também utiliza aplicativos, plataformas de streaming e conteúdos sob demanda.
Jovens continuam conectados ao rádio
A presença do rádio entre as novas gerações é um dos pontos que chamam atenção nas pesquisas de audiência.
Dados da Kantar IBOPE Media, apresentados durante o Mídia Talks 2026, realizado em julho, em Natal, no Rio Grande do Norte, revelaram que 59% dos jovens natalenses entre 15 e 29 anos ouvem rádio.
Quando considerado o recorte regional do Nordeste, esse percentual chega a 74% dos jovens da mesma faixa etária.
Os resultados contrariam a percepção de que o rádio seria consumido apenas por pessoas mais velhas. Mesmo cercados por redes sociais, plataformas musicais e conteúdos digitais, os jovens continuam incluindo a programação radiofônica em seus hábitos de consumo.
Outro levantamento, realizado em Santa Catarina pela ACAERT, com dados do instituto IRP coletados em 2024, mostrou que 14% dos ouvintes de rádio pertenciam à Geração Z, considerada na pesquisa como o público de 15 a 24 anos.
Esse percentual representa a participação dos jovens no total de ouvintes. A mesma pesquisa apontou que o rádio alcançava 73% da população catarinense dessa faixa etária em um período de 30 dias.
Pernambuco acompanha a força do rádio no Nordeste
O Audio Pulse 2026 também apresenta números relevantes para o mercado de comunicação pernambucano.
Na Grande Recife, o rádio alcança 73% da população pesquisada, com tempo médio diário de escuta de 3 horas e 40 minutos entre os ouvintes, ligeiramente acima da média geral das 13 regiões metropolitanas analisadas.
Entre as capitais nordestinas acompanhadas regularmente pelo estudo, a Grande Fortaleza registra alcance de 79%, seguida pela Grande Salvador, com 75%, e pela Grande Recife, com 73%.
Os indicadores demonstram a presença do rádio no cotidiano regional e sua importância como canal de informação, entretenimento e prestação de serviços à população.
O Audio Pulse 2026 também apresenta números relevantes para o mercado de comunicação pernambucano.
Na Grande Recife, o rádio alcança 73% da população pesquisada, com tempo médio diário de escuta de 3 horas e 40 minutos entre os ouvintes, ligeiramente acima da média geral das 13 regiões metropolitanas analisadas.
Entre as capitais nordestinas acompanhadas regularmente pelo estudo, a Grande Fortaleza registra alcance de 79%, seguida pela Grande Salvador, com 75%, e pela Grande Recife, com 73%.
Os indicadores demonstram a presença do rádio no cotidiano regional e sua importância como canal de informação, entretenimento e prestação de serviços à população.
Streaming e podcasts não afastam o público do rádio
Um dos resultados mais relevantes do Audio Pulse 2026 está no comportamento de quem utiliza diferentes plataformas de áudio.
Segundo o levantamento, 60% dos ouvintes de rádio também consomem músicas por serviços de streaming, enquanto 31% acompanham podcasts.
Isso significa que a mesma pessoa pode ouvir sua emissora favorita durante o deslocamento para o trabalho, utilizar uma plataforma musical em outro momento e acompanhar um podcast quando desejar um conteúdo específico.
Os formatos não são necessariamente concorrentes. Pelo contrário, os dados indicam que podem fazer parte de uma mesma jornada de consumo.
Considerando rádio, música, streaming e outros formatos de áudio, o Audio Pulse aponta que 93% dos brasileiros consumiram algum tipo de conteúdo sonoro nos 30 dias considerados pela pesquisa.
Um dos resultados mais relevantes do Audio Pulse 2026 está no comportamento de quem utiliza diferentes plataformas de áudio.
Segundo o levantamento, 60% dos ouvintes de rádio também consomem músicas por serviços de streaming, enquanto 31% acompanham podcasts.
Isso significa que a mesma pessoa pode ouvir sua emissora favorita durante o deslocamento para o trabalho, utilizar uma plataforma musical em outro momento e acompanhar um podcast quando desejar um conteúdo específico.
Os formatos não são necessariamente concorrentes. Pelo contrário, os dados indicam que podem fazer parte de uma mesma jornada de consumo.
Considerando rádio, música, streaming e outros formatos de áudio, o Audio Pulse aponta que 93% dos brasileiros consumiram algum tipo de conteúdo sonoro nos 30 dias considerados pela pesquisa.
Rádio tradicional resiste, mas celular amplia as possibilidades
Mesmo com o avanço da tecnologia, o aparelho de rádio convencional continua sendo a principal forma de acesso às emissoras.
Conforme o Audio Pulse 2026, 76% dos ouvintes utilizam aparelhos tradicionais, enquanto 29% também recorrem ao celular para acompanhar a programação.
O rádio permanece presente nos ambientes domésticos, no trânsito e durante as atividades profissionais.
Entre os ouvintes pesquisados, 57% escutam rádio em casa enquanto realizam tarefas cotidianas. Outros 27% acompanham a programação no carro particular, enquanto 10% ouvem no ambiente de trabalho presencial.
O celular, por sua vez, oferece novas possibilidades de acesso por aplicativos, transmissões online e plataformas digitais, permitindo acompanhar uma emissora mesmo fora de sua área tradicional de cobertura, desde que haja conexão disponível.
Mesmo com o avanço da tecnologia, o aparelho de rádio convencional continua sendo a principal forma de acesso às emissoras.
Conforme o Audio Pulse 2026, 76% dos ouvintes utilizam aparelhos tradicionais, enquanto 29% também recorrem ao celular para acompanhar a programação.
O rádio permanece presente nos ambientes domésticos, no trânsito e durante as atividades profissionais.
Entre os ouvintes pesquisados, 57% escutam rádio em casa enquanto realizam tarefas cotidianas. Outros 27% acompanham a programação no carro particular, enquanto 10% ouvem no ambiente de trabalho presencial.
O celular, por sua vez, oferece novas possibilidades de acesso por aplicativos, transmissões online e plataformas digitais, permitindo acompanhar uma emissora mesmo fora de sua área tradicional de cobertura, desde que haja conexão disponível.
Jornalismo e credibilidade continuam entre os principais atrativos
Muito além da música, a informação permanece como um dos grandes motivos que levam o público a sintonizar uma emissora.
No Audio Pulse 2026, 36% dos ouvintes acompanham noticiários locais, enquanto 31% procuram informações sobre o trânsito. Esportes e transmissões esportivas também aparecem entre os conteúdos de destaque.
A confiança é outro indicador relevante. Segundo os dados divulgados, 67% dos ouvintes confiam no rádio para se manter informados, percentual que avançou nove pontos percentuais em relação a 2025.
Além disso, 59% recorrem ao rádio quando precisam de uma atualização rápida das notícias.
No Nordeste, os dados apresentados durante o Mídia Talks 2026 apontaram que 57% dos ouvintes procuram notícias na programação radiofônica, seguidas pelas transmissões esportivas, com 39%.
Para as emissoras locais e regionais, esses resultados reforçam a importância da cobertura dos acontecimentos próximos à população, das informações de utilidade pública e do jornalismo ao vivo.
Muito além da música, a informação permanece como um dos grandes motivos que levam o público a sintonizar uma emissora.
No Audio Pulse 2026, 36% dos ouvintes acompanham noticiários locais, enquanto 31% procuram informações sobre o trânsito. Esportes e transmissões esportivas também aparecem entre os conteúdos de destaque.
A confiança é outro indicador relevante. Segundo os dados divulgados, 67% dos ouvintes confiam no rádio para se manter informados, percentual que avançou nove pontos percentuais em relação a 2025.
Além disso, 59% recorrem ao rádio quando precisam de uma atualização rápida das notícias.
No Nordeste, os dados apresentados durante o Mídia Talks 2026 apontaram que 57% dos ouvintes procuram notícias na programação radiofônica, seguidas pelas transmissões esportivas, com 39%.
Para as emissoras locais e regionais, esses resultados reforçam a importância da cobertura dos acontecimentos próximos à população, das informações de utilidade pública e do jornalismo ao vivo.
Rádio também mantém relevância para o mercado publicitário
A presença do meio na rotina dos brasileiros continua atraindo anunciantes e movimentando o setor de comunicação.
Segundo o IBOPE, somente no primeiro semestre de 2026, o rádio contabilizou mais de 2,2 milhões de inserções publicitárias, envolvendo 5.982 anunciantes e mais de 7,1 mil marcas.
O levantamento identificou ainda que 75% dos consumidores que acompanham rádio e podcasts costumam pesquisar produtos ou serviços depois de ouvir menções a eles em podcasts.
Os indicadores mostram oportunidades para emissoras, anunciantes e produtores de conteúdo ampliarem sua atuação, combinando a programação tradicional com estratégias de distribuição digital.
A presença do meio na rotina dos brasileiros continua atraindo anunciantes e movimentando o setor de comunicação.
Segundo o IBOPE, somente no primeiro semestre de 2026, o rádio contabilizou mais de 2,2 milhões de inserções publicitárias, envolvendo 5.982 anunciantes e mais de 7,1 mil marcas.
O levantamento identificou ainda que 75% dos consumidores que acompanham rádio e podcasts costumam pesquisar produtos ou serviços depois de ouvir menções a eles em podcasts.
Os indicadores mostram oportunidades para emissoras, anunciantes e produtores de conteúdo ampliarem sua atuação, combinando a programação tradicional com estratégias de distribuição digital.
O rádio mudou de plataforma, mas continua fazendo companhia
Os números reunidos pelas pesquisas ajudam a compreender uma transformação importante: o rádio já não depende exclusivamente de um aparelho para chegar ao público.
O conteúdo radiofônico pode ser acompanhado pelo receptor convencional, no carro, pelo celular ou por meio da internet. Ao mesmo tempo, sua programação convive com playlists, podcasts e outras modalidades de áudio.
O desafio para as emissoras está em acompanhar as mudanças de comportamento, investir em conteúdo relevante, manter a proximidade com os ouvintes e ampliar sua presença nas plataformas digitais.
O rádio continua presente na vida dos brasileiros. A diferença é que, agora, além de estar no dial, também pode estar na palma da mão.
Os números reunidos pelas pesquisas ajudam a compreender uma transformação importante: o rádio já não depende exclusivamente de um aparelho para chegar ao público.
O conteúdo radiofônico pode ser acompanhado pelo receptor convencional, no carro, pelo celular ou por meio da internet. Ao mesmo tempo, sua programação convive com playlists, podcasts e outras modalidades de áudio.
O desafio para as emissoras está em acompanhar as mudanças de comportamento, investir em conteúdo relevante, manter a proximidade com os ouvintes e ampliar sua presença nas plataformas digitais.
O rádio continua presente na vida dos brasileiros. A diferença é que, agora, além de estar no dial, também pode estar na palma da mão.





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